
O Prêmio Carlos Gomes é o mais importante do gênero no país. Na noite em que foram conhecidos os selecionados pelo júri formado pelo público e crítica especializada, o maestro Roberto Tibiriçá, ao ser anunciado vencedor como regente sinfônico, agradeceu ao Governo de Minas por manter a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. “Sem os corpos estáveis da Fundação Clóvis Salgado, esta casa de ópera não existiria”, concluiu sob aplausos da plateia.
Outro prêmio de grande importância, a direção de cena, dada a André Heller-Lopes, foi acompanhado de discurso em tom político. “Esta ópera foi importante por provar que é possível realizar parcerias com teatros de óperas brasileiros”. Além desse prêmio, Andrea Chénier ganhou nas categorias regente de ópera (Luiz Fernando Malheiro), cantora solista (Edna D’Oliveira) e iluminação (Fábio Retti).
O trabalho que levou o maestro Roberto Tibiriçá a alcançar tamanha repercussão à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais começou a ser desenvolvido em 2010. Desde então, a orquestra ampliou o alcance de seu programa de concertos, investiu na qualidade da agenda e conquistou novas plateias.
O maestro também trouxe novidades: a Série Sinfônica Pop, que propõe diálogos artísticos entre artistas consagrados da MPB e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Nos próximos dias 19 e 20 deste mês, será a vez da cantora Zizi Possi participar desse projeto junto da OSMG, no Grande Teatro do Palácio das Artes, às 20h30.
Fonte: Agência Minas




0 comentários
Deixe seu comentário